Instrumentos de Gestão

Plano de Gestão de Riscos de Corrupção e Infrações Conexas

 

O Plano de Prevenção dos Riscos de Corrupção e Infrações Conexas 2021-2025 da Direção-Geral de Energia e Geologia (DGEG), aprovado pelo Diretor-Geral em 06 de fevereiro último, incorpora um conjunto de medidas estruturais e transversais que introduzem uma mudança na sua cultura em que as normas, os procedimentos e os padrões a instituir contribuirão para o cumprimento dos objetivos organizacionais focalizados em resultados e na qualidade do serviço prestado aos seus clientes.

 

De entre as seis medidas estruturais inscritas no Plano, destacam-se: i) a constituição da Unidade de Auditoria Interna, estrutura que reforçará o sistema de controlo interno ao nível da deteção de situações que, pela sua natureza e gravidade, podem provocar danos reputacionais à instituição e aos seus colaboradores; ii) o projeto Educação para a Integridade Pública que, ao pretender envolver fundações e instituições de ensino público, privado e cooperativo, procurará semear uma cultura de repúdio a comportamentos e atitudes que atentem contra o Estado de Direito e os valores da democracia pluralista e; iii) a operacionalização do  Mecanismo Interno de Reporte de Denúncias, em cumprimento da Diretiva (UE) 2019/1937, de 23 de outubro, do Parlamento e do Conselho Europeu, relativa à criação no setor público e privado de canais e procedimentos de denúncias internas, a qual deverá ser transposta pelos Estados-Membros até 17 de dezembro de 2021.

 

De referir que, devido à complexidade e tecnicidade de algumas das medidas a implementar, a DGEG contará com o apoio técnico da Transparência e Integridade Portugal (TI-PT), cuja modalidade de colaboração constará de protocolo a assinar brevemente entre as partes.

 

Por último, de destacar ainda que as medidas nele previstas têm em consideração as boas práticas internacionais emanadas pela Organização das Nações-Unidas, pela Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Económico, pela Comissão Europeia, pelo Conselho da Europa, pela Transparency International e pelo Conselho de Prevenção da Corrupção, e também constantes no programa do XXII Governo Constitucional (2019-2023) e na Estratégia Nacional de Combate à Corrupção 2020-2024.